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Jesus: O Deus andarilho


José Datrino, nascido no interior de São Paulo, tornou-se um grande empresário, mas depois de um incêndio em um circo na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, sua vida foi completamente mudada, José Datrino, para aqueles que não o conheceram, ficou conhecido no Brasil como o profeta Gentileza. O profeta marcou tanto a sociedade carioca e brasileira que foi homenageado por Gonzaguinha e Marisa Monte. Datrino, foi viver onde o circo pegou fogo e lá cultivou um jardim que chamou de Paraíso Gentileza. Tempos depois, ele saiu pelo Brasil a fora cultivando gentileza, pois ele se tornou o andarilho que espalhava a sua mensagem. Tal e qual Gentileza, o Senhor Jesus foi um andarilho e enquanto esteve aqui nesse mundo, peregrinou de cidade em cidade, aldeia em aldeia pregando o evangelho do Reino. O evangelho de Mateus narra-nos esse fato assim:


“Jesus andava por todas as cidades e todos os povoados da região, ensinando nas sinagogas, anunciando as boas-novas do reino e curando todo tipo de enfermidade e doença. Quando viu as multidões, teve compaixão delas, pois estavam confusas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Disse aos discípulos: «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Orem ao Senhor da colheita; peçam que ele envie mais trabalhadores para seus campos»” (Mt 9.35-38). 

O que aprendemos com esse texto?


O texto ensina que a missão se faz na caminhada. Jesus, o Deus andarilho, foi ao encontro das pessoas e não esperou por elas. Ele deixou a sua zona de conforto, fez-se à estrada e enquanto peregrinava, anunciava o evangelho do Reino e restaurava as pessoas. Portanto, o Deus andarilho, ensina que para que a pregação do evangelho aconteça é fundamental tornar-se um caminhante.


É ensinado também que na caminhada é essencial cuidar das pessoas. Jesus, o Deus andarilho, caminhava entre as pessoas cuidando delas, restaurando-as. Portanto, o que observamos é que Jesus, o Deus andarilho, servia às pessoas, dedicava-se a elas e não se servia das pessoas e muito menos as explorava. Entende-se, portanto, a peregrinação deve ser um ato de entrega e serviço ao outro. Jesus, o Deus andarilho, doou-se e serviu às pessoas e da mesma forma os seus discípulos devem fazer o mesmo.


Por último, Jesus, o Deus andarilho, declara que temos que ter humildade suficiente para entendermos que precisamos de ajuda para a realização da obra. O Mestre falou aos seus discípulos que deveriam orar pedindo para que o Pai enviasse trabalhadores, pois o campo a ser ceifado é enorme. Portanto, há duas realidades que Jesus, o Deus andarilho, foca. A primeira é que a obra é de Deus, o Pai, e é Ele quem tem a capacidade de enviar os trabalhadores, no entanto para isso, é fundamental ter humildade e orar suplicando para que Ele envie os trabalhadores. A segunda realidade é que é primordial que se tenha consciência do tamanho da obra e o quanto se tem que caminhar e que é na caminhada que se realiza a missão.


Jesus, o Deus andarilho, nos convida a irmos ao encontro das pessoas, vendo-as nas suas necessidades e além disso, que sejamos propagadores do Reino de Deus e agentes de restauração das pessoas. A pergunta que fica: Já estás na estrada?

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